Solução Consensual em Ação de Reintegração de Posse Busca Proteger 800 Famílias em SP

Representantes de órgãos públicos se reuniram para negociar uma solução pacífica em uma ação de reintegração de posse na zona leste da capital paulista. O local abriga cerca de 800 famílias.

O encontro ocorreu na Procuradoria-Geral do Município de São Paulo (PGM-SP) e reuniu integrantes do CNJ, do TJSP e dos governos municipal e federal.

O histórico da negociação no TJSP

O processo tramita na 1ª Vara Cível do Foro Regional da Penha. Ao longo dos últimos anos, a Justiça tentou intermediar um acordo diversas vezes.

A Comissão Regional de Soluções Fundiárias realizou três reuniões sobre o caso. O foco do grupo é encontrar saídas menos rígidas, reduzindo o impacto social na vida dos moradores afetados.

Alternativas em estudo e suspensão do processo

Durante o debate, as autoridades avaliaram a viabilidade de estudos voltados à regularização fundiária da área. A iniciativa depende de parcerias diretas entre o município de São Paulo e a União.

O trâmite judicial continua suspenso. O encerramento das tratativas entre as instituições definirá o futuro da comunidade (Processo n. 1008283-45.2021.8.26.0006).

Reunião com a Corregedoria-Geral da Justiça

No período da tarde, magistrados visitaram a corregedora-geral da Justiça de SP, desembargadora Silvia Rocha.

Estavam presentes o conselheiro do CNJ e coordenador da Comissão Nacional de Soluções Fundiárias (CNSF), Ilan Presser, além do juiz que conduz o processo de reintegração, José Luiz de Jesus Vieira.

Também participaram o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, José Gomes Filho, e a juíza assessora da CGJ, Carolina Martins Clemencio Duprat Cardoso.

Autoridades presentes no encontro matutino

Pela manhã, a mesa de negociação contou com a presença da procuradora-geral Luciana Sant’Ana Nardi e da coordenadora-geral de soluções fundiárias urbanas do Ministério das Cidades, Cláudia Regina Mendes de Ávila.

O município esteve representado pelo secretário adjunto de habitação, Rafael Barreto Castelo, pelo procurador-chefe da Sehab, José Antonio Apparecido, pela procuradora do Demap, Luciana Barros, e pelo procurador-geral adjunto, Vinicius Gomes.

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